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domingo, 6 de junho de 2010

S.O.H

E por falar em idas e vindas, ano passado nós recebemos uma visita relâmpago de uns amigos dos meus velhos tempos em Fortaleza: Bruno Gabai, mais particularmente conhecido por "meu vizinho" e George Frizzo. Com eles vieram o Saulo e o Lucas, e os quatro trouxeram na mala guitarras, baixo, muito bom humor (típico dos cearenses) e uma sonzeira de fazer qualquer um bater cabeça, pés, braços, etc.

Tudo começou com umas trocas de scraps no Orkut (sim, eu ainda uso o Orkut). O Bruno me contou que vinha em turnê com a Siege of Hate passar o mês de outubro pela Europa, mas que desta vez, não iam passar por Portugal. E eu perguneti "e por que não?". O Filipe enviou pro Bruno uma lista de contatos das casas de concertos de metal aqui do Porto e depois de algumas negociações o show de abertura da turnê ficou marcado para 01/out no Metalpoint.

E eis que no dia 01/out chegam aqui os 4, cheios de disposição apesar da noite mal dormida nos assentos claustrofóbicos do avião. Levamos a trupe para um rápido giro pelo centro do Porto antes do concerto e para combinar com o som pesado que eles fazem, os levamos para provar a famosa francesinha portuense.

O concerto foi bem legal, foi muito bom vê-los no palco e relembrar os tempos em que eu, Bruno, George e o Márcio (um amigo nosso de Brasília que morava em Fortaleza) ensaiávamos para um showzinho que fizemos numa das minhas festas de despedida de Fortaleza. Comigo no vocal, é claro que o som era beeem mais suave, mas a energia deles era a mesma. Very, very, very good vibe!

Eles agora estão lançando um CD novo e dou a maior força para quem curte o estilo grindcore/death metal/hardcore dar uma chegadinha no myspace deles e conferir o trabalho que resultou no Deathmocracy: http://www.myspace.com/siegeofhate

S.O.H, vamos botar pra quebrar!
Beijos saudosos, Larissa & Filipe.















sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Náufragos - O porquê


Li a resenha da peça Náufragos (publicada na postagem anterior) e fiquei com tanta vontade de assisti-la que se tivesse uns 800 euros sobrando na conta bancária pagaria a passagem de ida e volta pro Rio para rir e me emocionar durante 80 minutos por dois motivos: 1) Porque a peça lida com temas que gosto - psiquê humana, Rio de Janeiro, tragédia/comédia… e; 2) por ver meu grande amigo Nicola Lama brilhar no palco.

Quem tem o prazer de conhecer o Nico sabe que ele é uma daquelas pessoas que brilham no dia a dia porque fazem a gente rir quando a gente está triste e fazem a gente levar a sério um simples momento de descontração. Fora tudo isso, ele é uma das pessoas mais corajosas que conheço. Neste mundo atual de amores intercontinentais ele foi minha grande inspiração e fonte da dose de coragem que eu precisava quando tomei a decisão de largar tudo no Brasil e vir morar em Portugal ao lado do meu grande amor. O Nico havia feito o trajeto inverso uns dois anos antes. Largou toda a sua vida em Paris para ir viver no Brasil ao lado do seu grande amor, que por sorte minha, é uma das minhas amigas-irmãs. Sendo italiano e só tendo estado no Brasil de férias uns bons anos antes, ele teve que aprender o português, se adptar ao clima, à gastronomia (isso foi fácil, hehehe), fazer outro curso universitário para garantir a permanência legal no país e reconstruir uma rede afetiva que compensasse a falta que os amigos europeus lhe faziam (e ainda fazem). Todo o esforço valeu a pena e resultou no casamento com a mulher da sua vida, numa filha linda que já completa 1 aninho mês que vem e num português falado com fluência que já lhe permitia fazer piadinhas e trocadilhos com palavras desde o final do seu primeiro ano na Terra Brasilis.

Morando em Portugal eu não pude estar presente no seu casamento e nem carregar sua filha no colo (até agora) e por isso, me deu uma vontade enorme de pelo menos poder aplaudi-lo de pé ao final da encenação desta peça que só de ler a resenha me deu a sensação de que dará o que falar e o projetará para vôos mais altos. Então veio a ideia de divulgá-la aqui, não só para ser mais uma postagem da série "Gente é pra brilhar" onde divulgo o trabalho de amigos artistas, mas principalmente para que os meus amigos e familiares que moram no Rio e lêem este blog assistam à peça e recomendem para os seus amigos, que por sua vez recomendarão para os seus amigos e assim por diante, fazendo com que a temporada de Náufragos seja um sucesso de público e seja prolongada até fevereiro do ano que vem, quando se Deus quiser, eu estarei no Rio e finalmente poderei aplaudir o meu amigo de pé. Vão me ajudar? Conto com vocês.

Nico, eu continuo achando que um dia ainda vou te ver no Oscar!

Acesse o blog da peça Náufragos clicando AQUI

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Náufragos



Náufragos, premiado texto do autor italiano Massimo Bavastro, estreia no Brasil dirigido por Alessandra Vanucci e nos apresenta Alonso e Sancho (Nicola Lama* e Marcelo Aquino), duas figuras anônimas perdidas nos labirintos caóticos da cidade.

Os dois sujeitos cômicos e trágicos que passam a vida entrando e saindo de clínicas de recuperação, resolvem autonomear-se Dom Quixote e Sancho Pança e desbravar a cidade do Rio de Janeiro e, assim, enfrentar os monstros e os medos de toda uma vida. Começa para eles uma jornada, acompanhada pela música e pelos sons da cidade, um bufo e doloroso percurso em etapas, entre esperanças e humilhações, uma via crucis grotesca que percorre e evoca os labirintos da cidade do Rio, que são também os labirintos de suas mentes; um percurso movido não pela utopia cavalheiresca, mas pela procura de si mesmos.

Nicola Lama, idealizador do projeto, conta como surgiu a idéia dessa montagem: “Eu e o Marcelo Aquino pesquisávamos um texto teatral quando recorri a obra de Massimo Bavastro, premiado autor italiano e cujo estilo narrativo é bastante contemporâneo. E logo pensei na Alessandra Vannucci para a direção. Nesse momento estabeleceu-se uma “ponte artística Brasil – Itália” pois metade da ficha técnica é brasileira e a outra metade é italiana o que nos fez merecer o apoio do Istituto Italiano di Cultura do Rio de Janeiro” explica Nicola.

A direção de Alessandra Vannucci propõe uma comicidade beckettiana ao texto, imprimindo riso na dor e no sofrimento dos personagens. Para isso, a diretora contou com o trabalho de clownwerie de Boris Vecchio, um dos mais prestigiados “clowns” da Itália. “Trazemos para o palco um texto que revela situações limites e fantasias de dois sujeitos derrotados. Mas fazemos isso de maneira peculiar, tendo a comicidade como aliada. Quando disse ao autor que faria o cômico da derrota ele achou ótimo, pois a montagem italiana não teve essa característica” conta Alessandra.

O ator Marcelo Aquino destaca a importância da trilha sonora e a preparação de atores de Fred Tolipan. “Temos uma trilha original composta especialmente para Náufragos que casou magistralmente com o espetáculo. Também considero fundamental o trabalho desenvolvido pelo Fred – foram dois meses de preparação, trabalhando cenas, gravando imagens e enviando para a Alessandra, que nessa etapa estava na Itália”. Fred Tolipam conta que o processo de criação “a distância” foi interresante. “Nunca tinha trabalhado essa forma antes, algo “telegráfico”. Criamos um repertório de ações, instantes da peça em imagens e a Alessandra assistia as imagens, comentava, mas sempre com total cumplicidade”.

* Nicola Lama é ator e meu querido amigo, mais conhecido por Nico. Vou falar sobre ele e o porquê desta postagem-publicidade na próxima postagem.

Serviço:

NÁUFRAGOS

Sinopse: Dois anti-heróis vivem uma aventura grotesca e poética, profundamente representativa da condição humana. Texto: Massimo Bavastro. Direção: Alessandra Vannucci. Elenco: Marcelo Aquino e Nicola Lama


Ficha Técnica:

Texto: Massimo Bavastro | Tradução: Nicola Lama | Direção: Alessandra Vannucci | Elenco: Marcelo Aquino e Nicola Lama | Assistente de Direção: João Gioia | Preparação de Atores: Fred Tolipan | Clownwerie: Boris Vecchio | Concepção Cênica: Alessandra Vannucci |Figurinos: Marcelo Aquino

Iluminação: Fred Tolipan | Trilha sonora original: Paolo Vivaldi |Fotos: Rodrigo Pimenta | Produção: Roseane Milani

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Informações

Data: 8 de agosto de 2009 à 13 de setembro de 2009

Horário: 19:00

Local: Centro Cultural Justiça Federal (Rio de Janeiro, Brasil).

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Arteropis

Arteropis, a cidade da arte!

É com grande orgulho que apresento a vocês, amigos leitores do Duas Terrinhas, o blogue de um maravilhoso artista que calhou de ser meu irmão. Desde pequenino o João Paulo vem demonstrando o talento que tem para a arte, com 10 anos de idade ele já desenhava e escrevia histórias em quadrinho incríveis, dando provas de que seu talento vem acumulado de suas vidas anteriores a esta. Fora isso, a criatividade dele é impressionante! É impossível estar ao lado dele sem dar uma gargalhada de 5 em 5 minutos e agora, para deleite de todos nós, ele resolveu colocar o seu talento à mostra na Internet através do Arteropis, o blogue que ele acabou de criar. Neste blogue, ele literalmente criou um mundo a parte, um mundo onde eu gostaria muito de viver se lá não existir o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (é gente, traumatizei).

A história ainda está no início e eu duvido que você consiga ler uma postagem só. Além do texto ser super interessante, o que eu mais amei e me enche de orgulho é que cada imagem de cada postagem são pinturas e desenhos feitos por ele. São autênticos e lindíssimos!!!

Como eu já disse pro meu irmão, o Arteropis vai levá-lo longe e eu vou acompanhá-lo pra onde ele for! Tenho certeza de que seus quadros e as histórias por detrás dos quadros vão dar o que falar e se algum dia você ouvir falar sobre o Arteropis, pode encher o peito de orgulho pra dizer que vocês são amigos da irmã do artista, ou até mesmo do próprio artista, dependendo do caso.

Meu maninho lindo, estou apaixonada por tudo que sai da sua cabeça e virei fã seguidora da tua arte. Não pare nunca! Conte comigo pro que der e vier e deixa a poeira sentar por aqui que eu vou começar a pensar numa maneira de te trazer pra expor sua arte pelas bandas de cá, onde as pessoas dão muito valor à arte. Por enquanto, continue pintando, escrevendo e colorindo o nosso dia-a-dia e a nossa imaginação. PARABÉNS MEU LOURINHO!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Carne p'ra Canhão

O título desta postagem é uma expressão portuguesa que, segundo me explicaram, significa algo como "pau pra toda obra" no Brasil, mas muito mais do que ser apenas uma expressão, este é o título de um projeto maneiríssimo que uns talentosos amigos nossos lançaram no ano passado. Eles criaram uma série cujos episódios na realidade são websódios, pois eles os gravam e exibem na Internet, a criatividade e o senso de humor deles são impagáveis e eu fico aqui, na surdina, assistindo aos websódios do Carne p'ra Canhão e torcendo pra eles voarem cada vez mais alto.

A galerinha do Rio vai lembrar do Victor (Lemos), do Alex (Alexandre Antunes) e do Jorge Gonçalves (Lunetas) como aqueles assíduos frequentadores do posto 9, em frente ao coqueirão; da Casa da Matriz, onde eles já entravam de graça e frequentavam os churrascos dos seguranças da festa após o sol raiar e das noites intermináveis de sexta-feira na Lapa, em volta dos carrinhos de caipirinha e esta mesma galerinha que ficou no Rio (ou voltou pra Portugal), vai ficar boquiaberta (como eu fiquei) quando assistir ao 1º websódio do Carne p'ra Canhão. Eles não sabem, mas eu assisto não só pra curtir a série, mas também pra matar a saudade deles, porque eles moram em Aveiro e quando vêm ao Porto pra tomar uns finos no Piolho, só se lembram de chegar às 3:00 da manhã, aí eu e o Filipe já estamos a caminho de casa porque com esse frio eu não consigo congelar lá por muito tempo.

Além deles três, há o Nuno Barbosa na equipe. Eu ainda não tive a oportunidade de conhecê-lo, mas ele merece os créditos nesta postagem porque o trabalho deles quatro é impecável e creio que sem um deles não seria assim. Eles já vão no 5º websódio e o mistério se aprofunda cada vez mais. Tudo se passa em Obscurém, onde rola o tráfego do bacalhau e o talhante (açougueiro) Alheiras recebe pistas misteriosas para seguir e descobrir o crime do tráfego. Eu aguardo ansiosa o desfecho deste mistério e espero que este bacalhau não esteja sendo traficado pro Rio de Janeiro, mais precisamente pra ser transformado e vendido como bolinho de bacalhau no Ponto Azul!

Ah! Já ia me esquecendo! O que mais me chama a atenção nesta série, além do mistério, é o cenário. É tudo digital! Só de imaginar que as atuações são todas feitas num estúdio com fundo azul e mais nada, fico impressionada e orgulhosa quando vejo o resultado final. Mas vou parar de falar que é pra vocês ficarem curiosos e irem lá no blog deles Entre a Carne e o Canhão ver com os próprios olhos.

Have fun!
Meninos, SUCESSO!!!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Tem Cabidela? Tem sim senhor!

Tava mais do que na hora d'eu divulgar aqui o trabalho de uns amigos antes que eles sejam indicados ao Grammy e eu não seja convidada para a festa de entrega dos prêmios, he he he. Tô falando do trabalho e talento dos queridíssimos Pedro Lima, Tiago Resende, Luís Santos e Diogo Peixoto.
O Pedro já é conhecido dos que lêem este blog com frequência, pois é o amigo que descobriu a vaga na Jaba e me deu a dica do que veio a se tornar meu querido emprego e garantia de permanência em Portugal. Mas vamos ao que interessa:

O Pedro é um músico de talento, toca vários instrumentos e tem um gosto eclético que vai de Portishead a Six Feet Under e não sabendo mais o que fazer com tanta música em sua alma, resolveu exorcizar tudo no projeto que batizou de Cabidela e resultou da união com os amigos Tiago (vocais inacreditáveis), Luís (criatividade à solta nas letras em parceria c/ o Pedro)e Diogo(talento inegável estampado na capa e no livreto do CD).

Tenho que avisar aos amigos que estão lendo esta postagem que o som do Cabidela não tem nada a ver com aquele prato típico do nordeste brasileiro, ou seja, não pensem em ouvir forró caso acessem o MySpace
deles. Como eu disse acima, o Pedro "exorcizou" a musicalidade que havia dentro de si e o gênero musical do Cabidela é "Death Metal". Com pouquíssimo tempo de vida, o Cabidela já está despertando interesse de rádios de metal alemãs e de muitos amantes da música pesada que fazem pesquisas pela net e eu tenho certeza que eles vão longe!

Consuma Cabidela! Esta, eu garanto que não engorda. :-)

Meninos, divirtam-se muito e não se acanhem em nos chamar quando forem aos copos comemorar suas conquistas. Eu e Filipe os apoiamos incondicionalmente!


Capa do CD pra você reconhecer quando chegar nas melhores casas do ramo.



A bolachinha preta que toca a música deles.



Pedro e Tiago disfarçados de homens feios e agressivos (na verdade eles são uns gatos, queridos e solteiros, ouviram meninas?)



No encarte tem as letras pra você entender o que eles dizem. Cantar, eu duvido que alguém aqui consiga cantar como o Tiago sem ir parar nas emergências dos hospitais.



Eu não disse que um dia eu chego lá? Tão vendo meu nome nos agradecimentos do CD? Juro que não paguei nada a eles por isso. :-)

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Todo mundo pra pista!




Então um dia eu tava na praia com o Lê e meio zoando - meio falando sério, eu disse: Vamos aprender a fazer mixagens, virar DJs e ser famosos?

Ele riu e disse: Tá maluca? Imagina! Eu, DJ! Sou demitido na hora!
(Ele trabalha no mercado financeiro, sabe? Aquele mundo super sério de gente que entende de Dow Jones, Nasdaq, Alíquota, Índice disso, Índice daquilo, Superavit... enquanto eu só entendo de déficit mesmo)
Pois bem, como eu ia dizendo, ele levou a minha sugestão na brincadeira, mas depois de um tempo, comprou a idéia, quer dizer, comprou uma mesa de DJ completa e começou a arriscar uns atropelos, quer dizer, umas "passagens suaves" de uma música pra outra. Como não teve nenhuma reclamação dos vizinhos e nem o Luke (cão dele) saía do quarto quando ele tocava, ele se empolgou e fez um curso que lhe deu bases teóricas e mais audácia pra começar a tocar nas festinhas que a gente fazia na casa dele. De festinha em festinha, os pedidos dos amigos começaram a chegar: "Lê, toca na minha festa de aniversário?; Lê, toca na festa do meu amigo que tá desempregado e não pode pagar DJ, coitadinho, toca?" E por aí foi até que ele me vem hoje com a maravilhosa notícia que vai estrear no mundo profissional!!! (U-huuuuuu!!)

Foi convidado pra tocar na noite de inauguração da discoteca que promete ser uma das maiores do Rio de Janeiro e ele não só vai tocar, como vai ser DJ residente da APPLE.
E pra provar que isto não é sonho, a imagem que vocês vêem acima é o cartaz da grande festa. Vale ressaltar que o Lê é o DJ Léo (Lê é só pros íntimos, tá?) e é um dos decentes que aparece devidamente vestido no cartaz, afinal ele é meu amigo, tem classe, tem bom gosto e tem os meus valiosos conselhos e idéias férteis, não é Lê?

Não me perguntem o por quê dessa moda entre os DJ's cariocas de House Music de saírem semi-nus nas fotos de divulgação. Deve ser o calor escaldante do Rio, gente. Deve ser o calor.

Parabéns Lê!!!! Vai ser tuuuudo quando eu estiver no Rio e for sua convidada VIP, entrando pela porta dos convidados VIPs, indo pro camarote VIP, te ouvir tocar tomando champagne VIP, balançando a cabeleira com aquela escovada básica VIP! Nossa! Já tô até me imaginando íntima da Paris (Hilton, mas íntimo que é íntimo não precisa dizer o sobrenome).

Sucesso amigo! Arrebenta no sábado! E depois manda fotos, filmagens e um relatório contando tudinho, tá bom?

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Gente que (um dia) vai brilhar!


Ultimamente tenho observado que tenho vários amigos que estão por aí ralando pra manter as contas em dia e paralelamente dedicam-se às suas paixões artísticas, desenvolvem seus talentos mesmo que seja por puro prazer, e eu que já sou tão famosa que saio até na capa da Vogue (essa edição ia ser com a Madonna, mas eles acharam que ela já é assunto muito batido por causa da turnê e resolveram apostar em mim), resolvi dar uma forçinha pra eles.
A partir de hoje, de vez em quando vou contar aqui um pouco do que estes amigos talentosos andam aprontando. Tenho certeza de que após a divulgação feita no Duas Terrinhas suas carreiras vão bombar, vão ficar todos ricos, famosos, indicados à prêmios... e eu não quero nada em troca (só se insistirem muito em 'doar' 20% do que faturarem pra minha conta bancária anoréxica é que vou aceitar), apenas o sucesso dos que me cercam.