sábado, 23 de janeiro de 2010

Barcelona! Parte II

Como eu ia dizendo, Barcelona tem muita coisa para se ver, e por falar em ver, achei as fotos da praia pra vocês darem uma olhadinha. Para quem já vislumbrou as belas praias do nordeste
brasileiro, não enche muito os olhos, mas para quem vive a maior parte do ano sem poder usar blusa de alçinha aqui na Europa, é um praião e tanto!

Praia de Barceloneta.

Nós na praia com o "Burj-al-Arab" catalão ao fundo.

Como vocês podem notar, na praia não existe ambiente de praia, mesmo com sol e calor, só se vê pessoas de roupa de banho na areia mesmo, mas afinal, com uma cidade tão rica em cultura e em arquitetura urbana, a última coisa que você vai pensar em fazer em Barcelona é ir à praia, entretanto se bater a vontade ela está lá, com água azulzinha esperando por você.

Atrações imperdíveis:

Bairro Gótico/Catedral de Barcelona: Além das Ramblas, você não pode deixar de andar pelo bairro Gótico, lá fica também a Catedral de Barcelona e lhes dou aqui uma dica: Na Catedral a entrada é gratuita a partir das 17:00 h, não me lembro quanto custa a entrada, mas em viagem qualquer euro economizado vale a pena. A Catedral é belíssima por dentro e pra completar, há um coral que é a coisa mais linda, no dia da nossa visita, eles estavam se apresentando ao longo do dia, não sei se é sempre assim, ou se era só durante aquele período de festa da Mercè.
O coral da Catedral de Barcelona.

A beleza da Catedral.

Desculpem as fotos fora de foco, mas as fotos sem flash da minha máquina são geralmente uma tristeza. Não fotografei a Catedral por fora porque estava em obras, mal dava para ver a faixada da igreja. Saindo da Catedral fomos andar pelas ruelas do bairro Gótico, eu adorei esse passeio, além da beleza da arquitetura, há também várias lojinhas de souvenirs que vale a pena visitar.

Quem lembra deste local? Ele aparece no filme "O Albergue Espanhol".

Detalhes de um prédio a caminho do Bairro Gótico.

Eu não sei porquê, mas às vezes me sentia nas ruas de "Gotham City" e imaginava que ia dar de cara com o Batman tomando uma sangria na próxima esquina.


A Sagrada Família: Antoni Gaudí assumiu o projeto da construção desta imponente igreja em 1883, durante os últimos 40 anos da sua vida trabalhou neste projeto e nos últimos 15 anos dedicou-se exclusivamente a ele. Quando ele faleceu, vítima de um atropelamento em 1926, só uma torre estava construída, no projeto final constam 18 torres. A conclusão da construção da Sagrada Família está prevista para 2025 e a obra vem sendo financiada por doações e pelo bilhete de entrada que as pessoas pagam para visitá-la. Atualmente o bilhete custa € 11,00 e lá dentro, se você quiser subir até o topo das torres, tem de pagar mais € 2,50 pelo elavador. Eu me dei por satisfeita em ver a obra por dentro e desisti de subir quando já estava na metade da fila do elevador, sim porque como em todas as atrações de Barcelona, há fila para entrar na igreja e fila de uma hora e meia para pegar o elevador. As minhas costas já não aguentavam mais, as minha pernas pediam socorro e o meu estômago já estava de mal à morte comigo, portanto eles venceram e eu fiquei num barzinho lá em frente da igreja enquanto a Rafa e a Fá, bravamente venciam a fila.

Detalhe da entrada principal da Sagrada Família, não lembra um castelo de areia?

Tiramos esta foto com o intuito de voltar lá quando a obra etsiver concluída e tirar outra foto igual, quer dizer, com umas rugas a mais e umas papadas mais caídas, mas nada que o photoshop não dê jeito, né cousin?


Dentro da igreja é literalmente um canteiro de obras.

A Rafa e algumas das torres que Gaudí só viu no papel.

Casa Milà ou La Pedrera: Esta é mais uma das obras de arte de Gaudí. Nós estamos habituados a apreciar obra de arte com os olhos, sem tocar, não foi assim que nos ensinaram? Pois as obras do Gaudí põem por terra todo este conceito, como ele era um arquiteto, nas obras dele as pessoas rezam, andam, comem e vivem. A Pedreira é um prédio residencial. Imaginem o que é viver num prédio que é uma obra de arte visitada por milhares de turistas o ano todo? Para visitar a Pedreira, é preciso chegar lá antes das 10:00 h pra não pegar uma fila monstruosa. Paga-se € 11,00 para a visita simples, sem áudio.


La Pedrera, vista de fora.

A pintura do teto no hall de entrada do prédio.

Dentro do prédio.

No Espaço Gaudí há maquetes da Pedrera, mobília projetada pelo Gaudí e outras obras de arte dele, tudo no "sótão" do prédio.

Naquela época não havia Internet, então as fofocas tinham de ser facilitadas de alguma forma.

Não, você não está tendo alucinações, isto é o telhado da Pedrera.

Ô ópio bom era o daquele tempo!

Nós, no hall de entrada da Casa Milà, um apartamento da Pedrera que é visitado.

Pessoal, vou ficando por aqui, senão não faço mais nada nesta tarde de sábado. Na próxima postagem mostrarei as outras atrações que visitamos, ok? "Não perdam!".

domingo, 17 de janeiro de 2010

Barcelona! Parte I

Barcelona é uma festa, e nós tivemos a sorte de pegar Barcelona em festa quando fomos passar umas mini férias lá em setembro do ano passado. Sem saber de nada, chegamos no fim de semana da maior festa de rua da cidade, a Mercè. Esta festa acontece no final de setembro e espalha atrações artísticas por todas as principais praças e ruas. Logo que chegamos, demos de cara com uma exposição de bonecos gigantes que nos lembraram muito os bonecos do carnaval de Olinda, em Pernambuco. Estes bonecos depois saíram em desfile pelas pelas ruas, acompanhados de um batuque gostoso que deu saudade de casa (do Brasil).

Entrada da exposição da festa Mercè 2009.

Os bonecos gigantes.

O nosso hotel era super simples, bem localizado e bastante barato pros padrões de Barcelona, fica aqui a dica para quem uma cama confortável e um banheiro limpo bastam: Hotel Call (www.hotelcall.es/). Fica bem no bairro Gótico e há poucos metros da Avenida Las Ramblas, que é local de visita obrigatória. É como se fosse uma praça comprida, em formato de calçadão, que separa os dois sentidos para os carros, e lá tem de tudo: artistas de rua exibindo suas performances; batedores de carteira que se aproveitam dos turistas desavisados que param pra assistir as performances e deixam bolsas e mochilas dando sopa nas costas; quiosques que funcionam como bares/restaurantes, bancas de revistas, floristas; estação de metrô; prédios lindos de um lado e do outro e muita, mas muuuita gente.

A Fá e o seu sorriso nas Ramblas.

A Rafa e eu sendo atacadas por um Alien beijoqueiro.

O momento da nossa libertação.

A criatividade por lá não tem limites.

Esta eu achei linda, parecia mesmo uma estátua de ouro.

Comer em Barcelona é bem mais caro do que aqui em Portugal, até mesmo as redes de fast-food que têm aqui e lá, lá são mais caras, mas como em todo lugar, quanto mais turística for a área, mais você sabe que vai pagar e isto não significa que o seu prato venha necessariamente gostoso, então vale a pena andar pelas ruelas transversais à Las Ramblas e até mesmo por outros bairros, para comer melhor por um preço mais razoável. Como no nosso hotel não tinha café da manhã incluído, uma boa ideia foi seguir a sugestão da minha amiga Dani e irmos ao Mercat de La Boqueria, que fica nas Ramblas, bem pertinho do nosso hotel. É uma versão menor e bem charmosa do Mercado Municipal de São Paulo. É um passeio imperdível pra quem gosta de gastronomia e como é um mercado, apesar de ser turístico, os preços são bem acessíveis, os vendedores das barracas é que não são muito simpáticos. Um conselho: Se estiver na linha "tô só olhando", não tire fotos e não pegue nos produtos expostos nas barracas, eles odeiam e brigam mesmo com a gente e como eu acho cara feia um pouco indigesto no café da manhã, me comportei direitinho e só tirei foto nas barracas onde compramos alguma coisa.
A faixada do mercado.

Nós três na barraca de sucos e frutas onde tivemos o nosso desayuno catalão.

Eu, a minha lata amassada de quem acabou de acordar e um delicioso "pan con tomatina" (eles passam tomate no pão em vez de manteiga e servem com frios variados, o meu era de salame, hummmm)

De todos os lugares onde comemos, o que eu mais gostei e recomendo vivamente a quem visite Barcelona foi a taperia Orio, é linda, as tapas são super diferentes, deliciosas e os funcionários são simpaticíssimos. Aliás, atendimento simpático em Barcelona é coisa rara. Na esmagadora maioria dos locais onde fomos, parecia que "um sanduíche com sorriso, por favor" não estava no cardápio. É o grande paradoxo: Nas áreas mais turísticas, os funcionários estão de saco cheio dos turistas e fazem cara de impaciência a cada vez que você pede explicação de um prato. Como se eles não dependessem dos tais turistas para manter seus empregos... vai entender! Mas voltando ao bom atendimento e às maravilhosas tapas do Orio, este restaurante estilo taberna fica na Carrer Ferran, 38. Também é uma transversal das Ramblas.

A faixada do Orio.

As tapas expostas para você morrer de indecisão, porque é uma mais apetitosa que a outra e cada uma custa € 1,80.

Funciona assim: Você come e deixa o palito que vem em cada uma no prato, no fim você paga o total de palitinhos acumulados no seu prato e a bebida que tenha tomado.

...Nesse dia eu, a Rafa e o Filipe fizemos a festa. A Fá, dispensou estas maravilhas, vocês acreditam? Ela é fã de junk food, fazer o quê?

Fora isso, os restuarantes em Barceloneta (bairro dos pescadores e onde fica a praia) são mais acessíveis e come-se muito bem. Vale dizer que o passeio a pé até lá é muito bonito. Também há a opção de alugar bicicletas, que deve ser mais legal ainda, mas nós fomos a pé mesmo porque já estávamos longe do local de aluguel de bikes. A praia também é bem bonita e dá vontade de mergulhar nas águas do Mediterrâneo, mas por incrível que pareça, a cidade não tem ar praiano, ao contrário, é bem urbana. Eu não sei onde foram parar as fotos da praia pra mostrar pra vocês. Não estão nas minhas fotos, nem dentre os 4 CDs de fotos que a Rafa me enviou.
Filipe, Rafa e Fá, a caminho de Barceloneta.

Andar por Barcelona é sempre surpreendente, cada esquina tem uma obra de arte ou um prédio encantador.

E a gente encontra surpresas como esta, uma rua com o nome da minha querida tia Mercedes. Tirei essa foto em sua homenagem, viu tia?

Nós estivemos em Barcelona por 4 dias e não foram suficientes para vermos nem metade do que esta encantadora cidade tem para oferecer e uma só postagem não vai ser suficiente para eu lhes mostrar o que fizemos por lá. Portanto, aguardem as cenas do próximo capítulo.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Vitória!


Ontem o parlamento português aprovou o projeto de lei do casamento homossexual que foi apoiado pelo Primeiro Ministro José Sócrates, do PS (Partido Socialista). Ainda falta a lei ser sancionada pelo Presidente Cavaco Silva, que é conservador, mas eu não acredito que ele chegue ao ponto de ir contra o parlamento e vete esta lei.

Eu fiquei radiante com a notícia e se o povo tivesse ido pras ruas comemorar eu também teria ido (acho que o frio de + ou - uns 3 ºC com sensação térmica de 0 ºC fez com que as comemorações ficassem mesmo por casa).

Cada vez me surpreendo mais com Portugal, depois da Itália, é o país mais católico da Europa e mesmo assim, já aprovou a lei do aborto, já descriminalizou o uso de drogas leves e agora, aprova o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Sei que há muita gente que ainda torce o nariz pra galerinha do arco-íris, mas não podemos exigir que todos evoluam no mesmo ritmo, não é mesmo? Afinal, ainda hoje encontramos trogloditas que acham que as mulheres não devem trabalhar e etc.

O que importa é que aos poucos o mundo vai se convencendo de que somos todos a mesma coisa, homens ou mulheres, somos todos seres humanos com os mesmos sentimentos, necessidades, deveres e continuaremos lutando para que um dia tenhamos todos os mesmos direitos.

O casamento homossexual foi aprovado, a adoção de crianças por casais homossexuais (ainda) não, e esta discussão pretende se prolongar por um bom tempo. E haja hetero irresponsável e sem a mínima estabilidade emocional e material pondo filho nas ruas e nos orfanatos do mundo... mas vamos deixar esta luta pra daqui a pouco e por agora, vamos nos alegrar com a conquista de ontem.
Aqui em casa a gente pensa e age como diz o Lulu Santos naquela música: "Consideramos justa toda forma de amor".

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A Virada

Este ano o nosso Reveillon foi decidido em cima da hora. O Filipe entupido de trabalhos pra entregar na faculdade e eu tendo que trabalhar até às 12:30 no dia 31 não nos deixou com muitas opções a não ser ficar aqui pelo Porto mesmo.
Acabou que o nossa virada para 2010 aqui em Portugal foi com os amigos brasileiros na casa das amigas espanholas. A noite foi tranquila e muito divertida. Tínhamos planos de jantar e depois ir ver os fogos na Avenida dos Aliados e em seguida cair em alguma festa pela baixa do Porto, mas a chuva torrencial com direito a ventania e relâmpagos nos fez mudar de ideia e ficar em casa mesmo.
O momento mais engraçado foi o da contagem regressiva. Na Espanha a tradição é nos doze últimos segundos da contagem cada pessoa comer uma uva, reparem bem, são doze uvas comidas em segundos. Eles dizem que cada uva corresponde a um mês do ano e assim, teremos sorte todos os meses.
Quando a Carmem trouxe a tigela de uvas verdes e grandes pra sala, eu rapidamente pensei numa maneira de não fazer desfeita às tradições da dona da casa e também de não passar o ano engasgada. Alguns minutos antes, separei minhas doze uvas, parti-as ao meio, tirei todas as sementes (porque eu não consigo comer nada com sementes) e decidi que meia sorte por mês pra mim era suficiente.
Enfim os tais doze últimos segundos começaram, fez-se um silêncio total na sala, a não ser pela contagem regressiva da apresentadora de TV espanhola que assistíamos via internet, estávamos todos mandando uvas goela abaixo e a Thalyta começou a ter uma crise de risos que contagiou a todos. A gente ria e tentava mastigar as uvas, quando chegou a meia-noite, ninguém gritou, ninguém pulou, as pessoas começaram a se abraçar e se beijar em silêncio porque não sabiam o que fazer com tanta uva na boca. Foi a virada mais silenciosa e ao mesmo tempo mais engraçada da minha vida. Ah! E isto sem contar que as champanhes resolveram abrir as rolhas sozinhas, antes da meia-noite!
Fora isso, a noite foi de muita conversa boa, muitas risadas e muita, mas muuuuita comida deliciosa!


O casal anfitrião: Jacob e Carmen.

Sandro e Vinícius.

O Rodrigo e a sua mãe, Marily.

Nós com a Thalyta e o Rodrigo.

A Gabi, amiga paulista dos meninos com seu namorado Alécio, que é italiano e cada vez que abre a boca me faz morrer de saudades do Nicola.

O Vini todo orgulhoso dos petiscos que ele e o Sandro fizeram.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Agora somos 6

Em pé, da esquerda para a direita: Santi, Sandro e Rodrigo
Sentados, da esquerda para a direita: Eu, Vinícius e Thalyta.

Como eu disse na postagem anterior, antes eu trabalhava sozinha no departamento do Multilingue e agora somos 6! Primeiro veio a Thalyta, cearense que não é arretada porque já está há um tempinho fora do Brasil, mas mantém o jeitinho engraçado de falar e também morre de saudades de Jericoacoara.
Depois, veio o Vinícius, que é paulista do interiorrr e faz a gente morrer de rir o dia todo, principalmente quando diz suas frases características: "Que Inferrrno!" (diante de um problema qualquer), "Adoro bolacha Maria" (sempre que tira o seu pacote de bolacha Maria da mochila), e sempre que fala qualquer palavra com "r" no meio, que na boca dele soa como se tivesse mil "rs".
Depois do Vini veio o Santi, sim, o nome dele é Santi. Não pensem que é um "Santiosvaldo" disfarçado, é só Santi e pronto, aliás Santi Poliandri, que eu achava que era de origem italiana, mas é grega, segundo ele. E o Santi é mineiro, e como todo mineiro ele é quieto, mas ele não come quieto, ele traduz quieto e eu adoro contar com a eficiência dele. Dou um trabalho de 8.000 palavras pra ele traduzir prometendo que assim que alguém ficar livre ponho para ajudá-lo e no dia seguinte ele diz "Não precisa por ninguém nesse projeto comigo, não. Já tô quase no fim." E contando com os prazos todos "pra ontem" com os quais trabalhamos, isso é música pros meus ouvidos.
Depois do santi veio o Rodrigo, que é marido da Thalyta. Quando ela me disse que o Rodrigo era gaúcho eu pensei com os meus botões: "beleza, vamos fazer altas churrascadas lá em casa e o Filipe já vai ter um parceiro pra dividir o chimarrão". Ledo engano, o Rodrigo é vegetariano e não toma chimarrão (eu tenho uma leve suspeita de que ele é gaúcho das bandas lá do Paraguai e a Thalyta ainda não sacou isso). :-) O Rodrigo é tranquilão e é da paz, compensa o fato de não comer carne na adoração por comida japonesa, o que já nos fez ir parar num rodízio que ele e a Thalyta descobriram e de onde quase tivemos de ser convidados a sair, depois de 3 horas "degustando" os quitutes orientais.
E depois do Rodrigo chegou o Sandro, que é carioca da gema e aqui no Porto divide a casa com o Vini. O Sandro é um querido, mal começou e já mostrou a quê veio. Como um bom carioca, sente falta de Santa Teresa, da Lapa... e eu me solidarizo na saudade com ele. O Sandro veio pra Portugal mudar de ares e eu espero que os ares portugueses façam bem a ele porque ele faz bem ao departamento Multilingue e desde que chegou já está trabalhando a todo vapor.
Na verdade, em questão de 3 meses essa equipe foi montada e eu já não consigo me imaginar trabalhando sem eles. Além de colegas de trabalho, já criamos um vínculo que nos permite dizer que "somos amigos de infância". E quem sabe não fomos? A vida não reúne as pessoas por acaso, não é mesmo?

"Nois" na Festa de Natal da empresa.